O Rio já não é mais a cidade dos Jogos nem um produtivo Estado petroleiro.
José das Graças e Claudio Gomes concluíram uma barragem em Sapucaia, no interior do Rio, e em seguida foram chamados para trabalhar no novo porto da capital.
Edvaldo Pereira, outro baiano, era carpinteiro em um município litorâneo que vive de plantações de cacau e veio para o Sudeste atraído pela altíssima demanda de força de trabalho.
O cenário que vem pela frente não é nada esperançoso.
Serão eles, seguindo o plano anticrise, os primeiros a pagar a conta com um aumento do desconto de 11% para 14% para a contribuição previdenciária.
Fuente original: Crise no Rio: Rio de Janeiro, da euforia à depressão | Brasil | EL PAÍS Brasil
