Mais do que uma boa memória para lembrar nomes e datas, e um hábil raciocínio matemático, a inteligência é, sobretudo, adaptação.
Mas isso ainda não é ensinado na escola, e seria uma autêntica revolução”, conclui.
Por que um bom orador, com grande capacidade de compressão verbal, ou um gênio do piano ou da bola, com grande talento físico, não são considerados inteligentes em nossa cultura ocidental?
A escola continua trabalhando hoje com um modelo.
Ou, o que é o mesmo, não ultrapassaria os 140 pontos do Quociente de Inteligência (QI).
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/09/30/ciencia/1443601806_544864.html
