Prefiro ter prejuízo a sofrer represálias”, dizia o gerente de uma loja de tintas, com uma viatura em frente às portas abaixadas do seu estabelecimento.
O transcurso da campanha eleitoral no Rio de Janeiro revelou a variedade de poderes paralelos que convivem – nada pacificamente – na cidade.
É assim que, em pleno 2016, o narcotráfico impõe o luto pela morte de algum de seus chefes.
Disse que todo voto é importante: “Sem voto, ninguém ganha eleição”, disse aos jornalistas.
É o mesmo discurso do cidadão submetido aos milicianos.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/17/opinion/1476731603_956670.html
