A Degoladora foi para cima dela em uma rua deserta: “De repente, senti como se me picassem a cabeça com uma pena, assim, rapidinho.
“Isso é real, não é uma fantasia”, diz ele com uma cicatriz que vai do queixo até o pescoço.
“Não é uma mulher atacando por loucura, uma psicopata.
É ilógico que uma mulher se lance com uma faca na escuridão da noite, numa rua vazia, contra um homem assim.
É uma amarga ironia –tendo em vista o que está acontecendo, mas que revira o estômago– que o objeto do medo e da raiva estes dias em Chimalhuacán seja uma mulher.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/02/internacional/1443795425_663959.html
