Foi no Supremo, aliás, que o Governo conseguiu congelar por quase três meses o avanço do impeachment na Câmara.
Enquanto isso, o presidente da comissão, Rogério Rosso, prevê disponibilizar o relatório final do impeachment ao plenário da Câmara na primeira quinzena de abril.
Diante do inusitado, Araújo pregou resignação: «Lá [na Comissão Especial do Impeachment] pode tudo, aqui não pode nada».
O presidente do Conselho tem um argumento simples para explicar o paradoxo.
Enquanto isso, o processo de Dilma começou para valer desde a última quinta-feira, quando a Câmara acertou a Comissão de Impeachment.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/22/politica/1458664902_768880.html
