O chefe de um dos trabalhos, Eske Willerslev, da Universidade de Copenhague, garante que a pesquisa “foi fascinante porque os aborígenes australianos são a população viva mais antiga”.
Mas a migração dos aborígenes nem sequer foi a primeira de humanos modernos fora da África.
Mas, então, por que só saímos da África dezenas de milênios depois, talvez até 100.000 anos depois?
Isso é um tempo enorme, muito mais que a totalidade de nossa existência fora do continente que nos viu nascer.
Revelam a crescente complicação que a genômica está imprimindo à história do Homo sapiens, como já tinha feito previamente com nossos ancestrais hominídeos.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/09/21/cultura/1474473625_137920.html
