O retorno aos tempos dourados de protagonismo do Brasil no cenário internacional, como nos anos do Governo Lula (2003-2010), no entanto, pode demorar.
“Na ONU, com um público muito mais amplo que o do G-20, Temer terá uma nova oportunidade de mostrar uma posição mais enfática.
Embora concorde que o discurso do debút internacional de Temer tenha sido aquém do esperado, o economista Claudio Frischtak ressalta que nenhum país da cúpula colocou em dúvida a legitimidade do presidente.
É o momento de fortalecer a presença do Brasil, que foi muito acanhada com a Dilma”, explica Frischtak.
Os jornais americanos e europeus reproduziram muito mais a ideia de que há uma divisão grande na sociedade sobre a legitimidade do impeachment do que uma estabilidade.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/09/09/politica/1473382069_308933.html
