Foi corregedor-geral da Justiça Federal (2011-2013) e também da Justiça Eleitoral (2013-2015).
Mesmo quando o magistrado é punido e se comprova o desvio de dinheiro público, não é fácil recuperá-lo.
Justamente para evitar que o corporativismo promova a impunidade, o CNJ não é composto só por magistrados.
O pesquisador aponta também a pouca eficiência da Justiça brasileira como outro grande motivo para haver mais transparência.
O recém-empossado corregedor do CNJ, João Otávio de Noronha Gláucio Dettmar/Agência CNJNão foi esse cenário que a reportagem encontrou.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/07/politica/1475794566_642340.html
