A paixão não é uma doença, mas cerebralmente e de longe pode parecer2.
Ainda que seja um procedimento um tanto problemático (melhor não confiar em uma pesquisa só), vários trabalhos chegaram a conclusões parecidas.
Esse papel de casamenteiro o consagrou como patrono do amor (e também fez com que morresse martirizado).
Ou, como Nietzsche resumiu antes, “sempre há algo de loucura no amor, mas sempre há algo de razão na loucura”.
Mas essa é uma lenda a mais entre tantas outras que surgiram para explicar a questão.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/02/13/ciencia/1423819574_847131.html
