O caso, batizado informalmente como Eletrolão, aterrissou no Rio após o Supremo Tribunal Federal desmembrá-lo, em setembro de 2015, da Operação Lava Jato, que segue em Curitiba no escritório do juiz Sergio Moro.
A conclusão dos letrados foi tão breve como enigmática: “É tão honrado e preparado como Sérgio Moro, só que, ao contrário do curitibano, não é um ativista político”.
“Não é minha preocupação se o povo vai me apoiar, eu tenho que ser correto.
“Minha primeira preocupação é não errar.
A primeira coisa que o juiz Marcelo da Costa Bretas (Rio de Janeiro, 1970) fez ao saber que uma parte da Operação Lava-Jato iria parar nas suas mãos foi pedir sabedoria a Deus.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/02/23/politica/1456182791_651085.html
