O beijo serve então como um primeiro exame do outro, um exame do qual não somos conscientes.
Não se pode esquecer que pelo beijo também dividimos enfermidades, por exemplo a mononucleose (também conhecida como doença do beijo, muito comum em adolescentes).
A química do beijo parece mudar com o passar do tempo dentro de uma mesma relação.
Há estudos com ratos que comprovam que quando um macho é recusado pelas fêmeas, dá mais trabalho para se reaproximar delas.
Há estudos que mostram que as pessoas que beijam mais vivem mais, porque tudo que há à sua volta é positivo (companhia, ajuda, apoio emocional).
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/07/estilo/1444209730_702668.html
