Hilda Krüger, em sua juventude.
Ninguém jamais a condenou e só retornou ao México uma vez para descobrir que nada era como antes.
O adeus à Europa foi o início da sua aventura.
Na efervescência de Los Angeles procurou o papel da sua vida.
Com ele perambulou por bares e cabarés, e mergulhou, segundo o livro, no submundo feroz do México dos anos 1940.
Fuente original: Hilda Krüger, a espiã que ia para a cama por Hitler e pelo Reich | Cultura | EL PAÍS Brasil
