Mozart Vianna, ex-secretário da presidência da Câmara e assessor de Michel Temer, critica a decisão e Maranhão.
De acordo com ele não haveria, no regimento da Câmara, previsão para que as sessões sejam anuladas.
“É direito da defesa falar por último, é um principio processual consagrado no direito brasileiro, e é parte do modelo do sistema acusatório”, afirma o professor.
«Se aceitar a anulação da votação, vai ter questionamento no Supremo.
Para ele, “se não for assim, a defesa não se realiza”.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/09/politica/1462817007_982956.html
