A destituição da presidenta Dilma Rousseff, longe de resolver a profunda crise institucional que vive o Brasil, aprofunda-a.
Enquanto isso, Temer enfrenta uma tarefa colossal em um país que não pode permitir-se mais paralisia.
Embora sua arrancada tenha sido muito questionável, Temer é obrigado a abordar com seriedade esses desafios.
Durante os próximos 180 dias – e até 2019, no caso de Dilma ser definitivamente destituída – ocupará o mais alto cargo do Brasil o vice-presidente Michel Temer, do PMDB.
Cunha – segundo na linha institucional de sucessão à presidência do país – foi afastado na semana passada por corrupção e lavagem de dinheiro.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/12/opinion/1463073412_341127.html
