Que é, aliás, o que vêm fazendo lutadores de artes marciais da zona sul do Rio de Janeiro.
Mesmo argumento usado pela polícia da Bahia que em fevereiro fuzilou 12 jovens, entre 15 e 23 anos, todos negros e pobres, no bairro da Cabula, em Salvador.
Ou, pior, acreditam que a solução para a violência é armar ainda mais a população.
Só que a história ensina que essa estrada dá em nada, ou melhor, dá sim, mas o resultado nunca é coisa boa…
Em julho, os policiais envolvidos naquilo que a Anistia Internacional classificou como “execução sumária” foram absolvidos pela juíza Marinalva Almeida Moutinho.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/09/30/opinion/1443613421_395928.html
