E também a última chance que ela terá para convencer alguns poucos senadores indecisos de que merece ficar no cargo.
Quando Dilma Rousseff cruzar o salão de carpetes azuis do Senado Federal na manhã desta segunda-feira estará a minutos de encarar, de uma só vez, todos os seus 81 julgadores.
Para aliados, o aceno de um acordo com senadores aconteceu tarde demais.
Ela se sentará na mesa da presidência duas cadeiras à esquerda do ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que comanda o júri.
Em uma metáfora esportiva, os parlamentares levantarão a bola para ela cortar.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/08/27/politica/1472257013_161823.html
