Nos primeiros três meses do ano, há mais 1,4 milhão de novos pobres na Argentina, 5,5 pontos, de acordo com estimativas do Observatório da Dívida Social da Universidade Católica Argentina (UCA).
Mauricio Macri se tornou presidente da Argentina com a “pobreza zero” entre suas prioridades, mas o início da sua gestão avança na direção oposta.
É o índice de pobreza “mais alto dos últimos sete anos”, disse o diretor do observatório, Agustín Salvia, em entrevista coletiva.
A pobreza foi uma das questões que Macri mais usou para atacar o Governo quando estava na oposição.
E hoje foi a vez do gás e da água, os dois serviços públicos que faltavam, com aumentos ao redor de 300%.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/01/internacional/1459536107_743633.html
