“O impeachment de quem quer que seja é um processo político, e não do Judiciário, trata-se de uma questão interna do Legislativo”, afirma.
Na terça-feira, Marco Aurélio entendeu que Cunha não poderia ter analisado o mérito da denúncia contra Temer, e sim apenas seu aspecto formal.
“O Supremo pode sim, constatada uma decisão ilegal da presidência da Câmara, intervir.
«É uma prática comum do Supremo ministros decidirem monocraticamente, isso é algo complicado.
O pedido é uma reserva estratégica.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/07/politica/1459982407_007468.html
