Os ratos mais velhos possuem taxas de colesterol baixas demais no hipocampo, uma área do cérebro relacionada à memória.
Por acaso, a equipe acabou por descobrir que essa substância também inibe uma enzima responsável pela eliminação do colesterol dentro do cérebro e cuja atividade é acelerada com o passar dos anos.
Os cientistas demonstram que, quando se aplica uma substância que impede a perda de colesterol no encéfalo, a memória dos roedores mais velhos melhora significativamente.
Isso poderia abrir um novo caminho para a melhora da memória em pessoas idosas.
Como um óleo que lubrifica uma máquina, o colesterol funciona como um transmissor dos sinais externos necessários para ativar os genes.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/09/15/ciencia/1473949146_513285.html
