O desfecho do processo de cassação de Cunha no plenário ainda é uma incógnita.
Cunha tentou como pode – assim como fez na Conselho de Ética, onde suas manobras fizeram com que o processo fosse um dos mais longo da história da Câmara– adiar a decisão da CCJ.
Sem citar a Lava Jato, ele afirmou que os parlamentares alvo de inquérito não «sobreviverão» e também serão cassados.
O presidente eleito da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou pouco após o pleito que a votação da cassação no plenário «tem que ter quórum elevado, se houver 300 deputados de 513 a imprensa pode dizer que o presidente ajudou ou prejudicou o Eduardo.
Em sua defesa, o peemedebista afirmou que ele é beneficiário de um trust, um fundo de investimento que não estaria diretamente em seu nome.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/14/politica/1468504713_150041.html
