Também não se alterou o perfil das drogas mais consumidas, com exceção do surgimento do êxtase ao longo desses anos.
O diretor do SICAD também destaca que a política de prevenção conseguiu retardar o momento do início do consumo, que se situava entre os 12 e os 13 anos de idade.
A especificidade do caminho escolhido pelos portugueses, como Goulão admite, não é a descriminalização do consumo, mas “as políticas de redução de danos e de reinserção social”.
Não tenho nenhuma resistência mental a novas medidas no sentido da liberação, mas não devemos dar um salto adiante apenas para ser os mais modernos”.
Em termos estatísticos, o consumo não variou muito entre 2001 e 2015.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/22/internacional/1461326489_800755.html
