E não é só porque a homenageada do ano é uma poetisa, mas porque o gênero costuma ter boa acolhida no evento – tanto do ponto de vista das conversas do autores, como das vendas de livros.
“Não é de hoje que prestamos atenção a esse debate.
Paulo Werneck, que defende que a Flip seja “uma caixa de ressonância do Brasil” e não uma discussão do noticiário, acha que o tema vai estar naturalmente presente.
No ano passado, a jovem escritora portuguesa Matilde Campilho protagonizou ao lado do poeta carioca Mariano Marovatto uma das mesas mais celebradas (cheias, aplaudidas e comentadas nos bastidores) de todas.
Mas os destaques são muitos, e quem se debruçar na programação completa, vai perceber que a poesia dá o tom.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/03/cultura/1462242705_287264.html
