“É de estranhar em Duque de Caxias que em uma campanha municipal onde você tem mais candidatos que em uma eleição nacional quase não haja propaganda nas ruas.
E isso mata gente”, explica o delegado Giniton Lages, da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, responsável pela investigação.
A Petrobras e a Transpetro, responsável pela logística de transporte dos produtos da companhia, se negaram a dar informações sobre o caso.
A segunda etapa da investigação segue agora o rastro do dinheiro na procura dos mandantes e executores dos assassinatos dos três milicianos, que por sua vez podem ter também ligações políticas.
A sofisticação do esquema aponta, segundo suspeita a polícia, que os criminosos contavam com a ajuda de funcionários ou ex-funcionários da petroleira com conhecimentos específicos da empresa e que forneciam informação privilegiada.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/09/15/politica/1473968249_487430.html
