É um mapa incompleto do que está disponível”, explicou na última edição do Sónar+D Ajay Kalia, responsável pelo departamento que traça o perfil do gosto do usuário no Spotify.
O algoritmo do Spotify não me parece menos confiável do que a fórmula caótica que cada ouvinte inventou.
O sistema se baseia em um algoritmo cuja evolução e usos aplicados ao consumo cultural são infinitos.
“Sempre vivemos a música em um algoritmo, o que acontece é que em vez de chamá-lo de matemática o chamamos de espontaneidade.
O algoritmo constrói assim um universo cultural adequado e complacente com o gosto do consumidor, que pode avançar até chegar sempre a lugares reconhecíveis.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/07/cultura/1467898058_835206.html
