Aguilar Iñiguez é policial de carreira, ressalta Javier Valdez, mas não é servidor público com uma formação científica com apreço pela lei e muito menos respeitador dos direitos humanos.
Exemplo disso é que a Ministerial realiza as operações mais intensas nas regiões de maior presença dos Los Beltrán Leyva, inimigos do cartel de Sinaloa, explica Valdez.
Um dos problemas mais graves sofridos por Sinaloa, diz Mercedes Murillo Monge, presidenta da Frente Cívica Sinaloense, organização que defende os direitos humanos, é a tortura.
Agentes sob seu comando espancaram e sufocaram com uma sacola de plástico uma mulher para que ela se confessasse culpada de um homicídio.
O chefe da Polícia Ministerial de Sinaloa, Jesús Antonio Aguilar Iñiguez, tem um passado nebuloso.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/02/internacional/1467479078_852999.html
