As vítimas são as únicas testemunhas e elas estão submetidas à autoridade do professor.
Ao terminar o documento, imprimiu 300 cópias e passou a distribuí-las no estacionamento da escola da filha.
«Não é cerceamento à liberdade de expressão porque o professor não tem direito à liberdade de expressão na sala de aula», diz ele.
A prova que ele não tem liberdade de expressão é que ele tem uma grade curricular obrigatória por lei.
Ele não pode agir em sala de aula como ele age no Facebook», afirma.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/06/23/politica/1466654550_367696.html
