No dia da divulgação, Moro afirmou, no despacho em que autorizava a divulgação dos áudios, que «o levantamento [do sigilo] propiciará (…) o saudável escrutínio público (…).
A democracia em uma sociedade livre exige que governados saibam o que fazem governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras».
Moro isenta Dilma de qualquer intenção criminal, mas reafirma que as gravações deveriam vir a público pois mostram que Lula estava tentando obstruir a Justiça.
No documento enviado nesta terça-feira ao Supremo, Moro afirma ainda que existe uma “quantidade bem maior de diálogos interceptados” que não foram tornados públicos.
Já Lula acusou Moro de querer destruir sua imagem, e o PT viu no gesto a prova da suposta partidarização da Lava Jato.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/30/politica/1459296826_155962.html
