No meu particularíssimo jornal imaginário, a grande manchete da semana seria mais ou menos assim: Sai Castelo Branco, entra Clarice Lispector.
Mesmo ciente da importância do ex-presidente da Câmara no roteiro do filme “B” de ação golpista.
Mendoncinha, repitam comigo, gravem esse nome para o museu do desastre do futuro do Brasil.
Jovens alteram nome da própria escola, de Castelo Branco, ditador fuinha, para Clarice Lispector, escritora admirável.
Na onda de ocupações de escolas públicas no Paraná, um sopro que começou em São Paulo e faz redemoinho em todo o país.
Fuente original: Sai ditador militar, entra Clarice Lispector | Opinião | EL PAÍS Brasil
