Não foi liberado, afirma, até que seus familiares pagassem mais de 30.000 reais, dois carros e joias.
Nela afirma sua determinação de sair do crime e seu medo de ser vítima de — ele não generaliza — “maus policias”.
Fabio aparece na entrevista, embaixo do viaduto de Madureira, sede da CUFA, vestido com uma polo da Reserva, jeans e sapato esportivo branco.
A grade serrada foi depois colada com grãos de arroz cozido, conta a crônica da fuga do Jornal do Brasil.
O acharam seguindo os passos da sua família, que foi comemorar o nascimento de seu filho mais jovem no sul do país.
Fuente original: Comando Vermelho no Rio: “Prefiro morrer a voltar para o crime” | Brasil | EL PAÍS Brasil
