Outra forma efetiva de resistência de terreiros de candomblé e associações de baianas do acarajé, segundo Rita Santos, tem sido sua auto-declaração como Pontos de Cultura.
“Não se justifica, mas tem raiz nas baianas do acarajé que mudaram de religião.
O tema não é novo, porém é quente.
Da diretoria da ABAM, conta sua coordenadora, faz parte uma companheira evangélica que veste de baiana do acarajé durante seu horário de trabalho no tabuleiro.
E a despeito delas – mais de 5.200 cadastradas em uma recém-lançada plataforma digital – terem seu Dia Nacional da Baiana de Acarajé, todo 25 de novembro.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/01/21/cultura/1453397717_939023.html
