O contingente de 1.200 médicos representa pouco mais de 10% das 11.400 vagas de cubanos do Mais Médicos, que no total conta com 18.200 profissionais.
O curso é uma exigência do programa, que é pensado como uma formação dividida entre parte teórica e prática, que é o atendimento da população.
A Opas diz que os médicos cubanos que deixarem o país serão substituídos.
«Os profissionais brasileiros têm grande resistência para vir a lugares mais pobres e mais distantes do país, como a Amazônia.
A gente está preocupado e precisamos que o Governo federal seja mais contundente em relação à continuidade do programa.»
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/19/politica/1468964021_775508.html
