“Um escritor tem o direito de dizer coisas que não são verdade, não é um político.
Em um comunicado publicado em La Republica, seus editores exigiam: “Chega de assediá-la, não é uma criminosa”.
O velho mantra de “siga o dinheiro” é uma bomba informativa ou uma intrusão inaceitável?
Quem é Elena Ferrante não é importante, e sim seus livros, como não é importante quem é Thomas Pynchon, e sim seus romances”, argumenta em uma conversa telefônica o escritor Nicola Lagiola, vencedor do Prêmio Strega em 2015, e autor de uma das poucas entrevistas por e-mail concedidas por Ferrante.
As explicações dadas pela própria Ferrante não foram suficientes?
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/03/cultura/1475489430_113758.html
