Elas alertavam sobre os cuidados que os operadores do direito precisam ter daqui para frente com os rumos da operação Lava Jato.
A segunda “dura” dada por Zavascki em Moro foi no caso em que uma interceptação telefônica flagrou Lula conversando com a presidenta Dilma Rousseff (PT).
Uma série de puxões de orelha no magistrado começou com uma decisão do discretíssimo ministro Teori Zavascki, o relator da mesma operação na Suprema Corte.
A primeira delas foi em outubro do ano passado no caso de suspeita de pagamentos de propinas na Eletronuclear, caso que é um dos desdobramentos da Lava Jato.
Em ao menos duas ocasiões ele alterou decisões de Moro que não teria respeitado a prerrogativa de foro de alguns dos investigados.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/02/politica/1459550121_586968.html
