A mesma babá que cuidou do meu filho cuida hoje do meu neto”, diz uma veterana sócia do clube que não quer se identificar.
“A proibição de entrar no banheiro não é para humilhar, é pela ordem para que não vire uma bagunça.
Ela gosta dos seus patrões, sente-se bem tratada, mas reclama que muitos dos sócios do clube não dizem nem “bom dia”.
É norma da casa, o banheiro é “exclusivo para sócias, que deixam lá seus pertences”, justificou o clube.
“O problema para mim não é sentar no chão, não.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/27/actualidad/1464300764_523657.html
