Eu não tinha dito muito, apenas maldisse que ele não tivesse tentado mais e chorei.
Falamos de livros, da infância dele no centro de São Paulo e dos planos que ele tinha ao sair do cárcere.
A última vez que falei com ele foi numa terça-feira de maio, 1h30 da madrugada.
Contou-me como era a difícil convivência entre os integrantes da facção do presídio e, mais uma vez, prometeu fazer diferente.
Desliguei e pedi para só ligar nesse horário quando acontecesse algo grave com ele.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/06/29/politica/1467231637_117091.html
