“Minha solução para este problema foi que a informação não se perde ao cair em um buraco negro, mas sim, ao cair, não retorna em um formato utilizável”, disse.
Outra de suas importantes contribuições foi a descoberta de que “os buracos negros não são tão negros como imaginávamos”.
“Eu não sabia se iria viver o suficiente nem mesmo para concluir a minha tese”, confidenciou, com sua voz robótica característica.
“Não acredito que viveremos mais 1.000 anos sem sermos obrigados a deixar este planeta para procurar algum outro, por isso tento fazer com que as pessoas se interessem mais pelo universo”, afirmou.
Criança, ele esteve próximo da morte, quando vivia em um bairro próximo de Londres atingido pelos bombardeios alemães.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/06/29/ciencia/1467213227_674046.html
