Antes da execução do suicídio assistido, seria necessário “que um assistente qualificado mantenha uma série de conversas com o afetado”.
A proposta do Governo não detalha a partir de qual idade seria possível se beneficiar da nova fórmula.
Até então, os legisladores consideravam muito difícil saber se o paciente tinha certeza e compreendia as consequências do seu desejo.
Em janeiro deste ano, o Ministério da Saúde adotou um novo protocolo que suavizava as exigências em casos de demência aguda.
“Não há saída para os que já não desejam viver, porque consideram o seu ciclo concluído.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/13/internacional/1476354654_421296.html
