«Há uma desvantagem entre paralímpicos que têm pressão arterial normal e aqueles que não, e isso coloca um número significativo de atletas em desvantagem.
As auto-lesões podem ter ainda mais adeptos e envolver até 30% dos atletas, disse à BBC durante os Jogos de Londres em 2012 o médico Andrei Krassioukov, o principal estudioso da materia.
“A prática só é punida se for intencional”, esclarece o doutor do CPI, que já foi treinador de rugby para atletas paralímpicos.
O próprio rugby ilustra a complexidade de detectar e punir o boosting, pois a pressão das sujeições dos atletas às cadeiras de rodas pode, involuntariamente, provocar os mesmo efeitos que as lesões auto infligidas.
A falta de conhecimento e dados sobre o boosting deu margem para os atletas esquivarem durante anos as restrições das autoridades.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/09/09/deportes/1473457558_079361.html
