E Temer -como Rousseff- depende do Congresso e da votação final do impeachment para continuar como chefe de Estado.
Depois, o cargo, «presidente em exercício», com esse incômodo acréscimo que determina tudo e que, segundo seus próprios cálculos e os da maioria dos especialistas do país, logo desaparecerá.
Mas Temer -como Rousseff- também deve contar com um Congresso atomizado pouco propenso a votar cortes.
Seu ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, brinca de esconde-esconde um dia sim e o outro também com a alta de impostos.
Temer não é popular.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/08/05/politica/1470356608_802235.html
