Depois da Islândia iniciar, em 2009, as negociações para incorporar-se à União Europeia, em 2014 o Governo de centro-direita decidiu rompê-las.
O presidente da Islândia explicou que hoje o turismo e as exportações de pescado, sobretudo de bacalhau, são as bases do país.
Em um país de 320.000 habitantes, a cada ano um milhão de turistas são recebidos, vindos sobretudo da Europa e dos Estados Unidos, mas agora também da Ásia.
O presidente do país, Ólafur Ragnar Grimsson, atribuiu parte dessa recuperação ao fato de não ter levado em consideração os conselhos dos órgãos internacionais, em particular a Comissão Europeia, para que aplicasse medidas de austeridade.
O presidente assegurou na quarta-feira que essa opção não foi “esquecida”, uma vez que parte do país ainda pede a integração.
Fuente original: Economia: Islândia atribui sua recuperação à recusa em aplicar a austeridade | Economia | EL PAÍS Brasil
