É difícil encontrar um jurista que diga que tomaria as mesmas atitudes de Sérgio Moro se estivesse à frente da Operação Lava jato.
Um exemplo recente de como as coisas funcionam — e que, ressalve-se, não é comparável ao de Moro — é o do ex-deputado federal Protógenes Queiroz.
Uma longa planilha da construtora Odebrecht com nomes de mais duas centenas de políticos, valores e apelidos jocosos para eles.
Os documentos em questão da Odebrecht faziam parte de uma investigação cujo acesso já tinha sido liberado ao público pelo juiz.
De novo, um dos trunfos da operação – a incomum prática de não manter em sigilo nos autos – lhe causava problemas.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/19/politica/1458346404_939794.html
