A grande maioria dos meus colegas economistas, quando pensa no Brasil ideal, pensa em um país tão bem sucedido quanto um do hemisfério norte.
Não é esse o sonho e não é essa aspiração da coletividade e da cultura brasileira.
O que é bom pra nós é o nosso bem, e o nosso bem não é simplesmente repetir o que faliu.
Temos que ser mais sérios com saneamento, educação, previdência… Mas isso não é um segredo de outro mundo, não é uma façanha que está totalmente além das nossas competências e capacidades.
Não éramos tão bons quanto nos imaginamos antes, mas não somos tão ruins quanto acreditamos hoje.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/22/politica/1469207930_487623.html
