Nem Hitler, nem Stálin, nem o caudilho Franco, nem Mussolini, nem Mao, nem Hugo Chávez, nem o Che Guevara, nem Perón nem muitos outros ídolos autoritários nasceram e cresceram sem pais e mães.
Rápido, Eco lhe respondeu, sorridente: “Não sabe, senhorita, que os ginecologistas também se apaixonam?”.
Ele sabia que os mitos não nascem por geração espontânea.
Depois de publicar sua História da Beleza, Eco escreveu, em 2009, História da Feiura.
Por esses valores, Eco, que foi injustamente discriminado, sem receber o Nobel de Literatura, lutou sem nunca se dobrar aos mitos.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/02/22/opinion/1456160500_709347.html
