“Começamos a trabalhar nesse projeto em 2014, ano em que vimos bastantes publicações sobre o fim do mundo como o conhecemos.
Para ele, a Bienal passou de ser uma vitrine internacional da arte contemporânea a funcionar como uma “plataforma para experimentações”.
Aliás, a política reverbera em mais espaços da mostra, com uma série de intervenções espontâneas de artistas contra Michel Temer.
Todo o espaço foi pensado como um jardim, o que resultou em uma das montagens mais fluídas do evento, livre de hierarquias e sem divisórias.
Nem tudo é abstratoNesta Bienal, pensar um país e um mundo melhores necessariamente passa por chamar à ação, como grita a Oficina de Imaginação Política que estará ativa nos três meses da mostra.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/09/07/cultura/1473203668_648103.html
