Como lixo, me colocaram em um saco de plástico preto, enrolada com fita adesiva, e fui jogada em uma praia, onde horas mais tarde me encontraram.
Guadalupe Acosta, uma estudante de Comunicação do Paraguai, expressou a indignação de muitos com uma carta aberta que viralizou nas redes sociais.
Fazendo o que queria, encontrei o que merecia por não ser submissa, por não querer ficar em casa, por investir meu próprio dinheiro em meus sonhos”, denuncia.
Fazendo o que queria, encontrei o que merecia por não ser submissa, por não querer ficar em casa, por investir meu próprio dinheiro em meus sonhos.
Neguei-me a deixar que me tocassem e com um pau arrebentaram meu crânio.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/02/internacional/1456911848_192026.html
