Segundo Wilta Diniz, tia da mulher, a família se reuniu há três anos na Espanha, onde “ele vivia há 10”.
No Ministério das Relações Exteriores do Brasil, os funcionários deixaram nas mãos da família a confirmação das identidades.
Diniz conta que, depois do nascimento do menino, passou três meses com a família em Valladolid, onde moravam.
Na segunda-feira se soube que as câmeras de vigilância do condomínio La Arboleda, onde fica a casa alugada “há cerca de dois meses” pelo pai da família assassinada, não estavam funcionando.
Enquanto isso, a investigação se complica: as câmeras de vigilância do condomínio onde a família foi encontrada morta não estavam funcionando.
Fuente: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/09/20/internacional/1474358247_974727.html
